Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Produtor


- Após a emancipação da esfera da Faculdade de Ciências em 1915, os cursos de engenharia mantiveram-se agregados e organizados sobre a tutela da Faculdade Técnica, criada ao tempo e para o efeito. E assim se mantiveram até 1926.

- Em 17 de Novembro de 1926, pelo diploma que regulamenta a organização das Faculdades de Engenharia (Decreto nº 12:696), é decidida a mudança do nome da escola, que passa a denominar-se Faculdade de Engenharia. A instituição manteve os mesmos objectivos/fins, sustentados pela continuação da estrutura orgânico-funcional criada para os concretizar. Não estamos, portanto, perante o relato da ocorrência de uma ruptura sistémica, protagonizada pelo desaparecimento de uma instituição e o nascimento de outra.

- A organização das Faculdades de Engenharia focalizou sobretudo os aspectos pedagógicos, nomeadamente o plano geral de estudos e o pessoal docente. Se procurarmos o estabelecido para a gestão da Faculdade temos de nos remeter para a lei geral, isto é, para o Estatuto da Instrução Universitária, igualmente de 1926 (Decreto nº 12.426, de 2 de Outubro). È aqui que ficam definidas as competências dos órgãos de gestão: o Conselho Escolar, com atribuições pedagógicas, administrativas e disciplinares e composto pelos professores catedráticos; o Director, representante da instituição, dotado de funções de carácter executivo em matéria administrativa e disciplinar no que concerne a estudantes, ao pessoal do quadro e ao pessoal assalariado. A lei assume, também, a possibilidade de serem constituídas comissões administrativas, pedagógicas e disciplinares especiais, dentro do Conselho Escolar. Quanto aos bens e rendimentos das Faculdades, mantêm-se, em linhas gerais, as determinações legislativas do estatuto universitário anterior.

- A nova organização das Faculdades de Engenharia não abarca a estrutura administrativa. Esta remete-se ao Decreto nº 12:492, de 14 de Outubro de 1926, orientado para a organização dos serviços administrativos das universidades. Este Decreto impõe que as suas disposições, em conjunto com as do novo estatuto universitário, sejam determinantes para a elaboração das leis orgânicas das faculdades. Esclarece igualmente que, aquelas faculdades que alcançaram, nos últimos três anos, uma frequência média superior a cem alunos, seriam dotadas de uma Secretaria, com um quadro de pessoal constituído por um chefe de secretaria, um terceiro oficial, um dactilógrafo e três contínuos, e que naquelas faculdades onde se registou um número médio de alunos inferior a cem, apenas disporiam de dois terceiros oficiais e três contínuos.

- Através do texto do Estatuto da Instrução Universitária (Decreto nº 12.426, de 2 de Outubro de 1926) podem aferir-se outros elementos da estrutura orgânica. Desde logo, presume-se a existência do Secretário da Faculdade, com funções de secretariar o Conselho Escolar. Por outro lado, em anexo, o mesmo diploma publica um mapa com o pessoal técnico, auxiliar e menor dos serviços administrativos das três universidades portuguesas, o que transmite algum conhecimento sobre a dimensão e a estrutura dos serviços. Finalmente, o Decreto do Estatuto da Instrução Universitária menciona também, a existência de uma biblioteca nas faculdades (dirigida por um professor catedrático, eleito por um triénio).

- Em 1930, pelo Decreto nº 18.739, de 26 de Julho, a FEUP é provida de lei orgânica. Fica disposto a organização da faculdade quanto a serviços, nomeadamente o quadro de pessoal auxiliar, administrativo, técnico e auxiliar. Assim, em termos de pessoal que integra a FEUP, fica previsto: na Secretaria, 1 segundo oficial, 1 terceiro oficial, 1 chefe do pessoal menor e 3 contínuos; na Biblioteca, 1 segundo conservador e 1 guarda; em 5 laboratórios, 1 preparador e 1 contínuo, em cada; adstritos às oficinas, 4 artífices.

- Passados poucos anos, a FEUP obtém um regulamento próprio (Decreto nº 24.966, de 23 de Janeiro de 1935) que, em complemento da lei orgânica anterior, determina a dependência directa dos serviços da Secretaria ao Secretário da Faculdade, bem como a existência de um regulamento privativo daqueles, aprovado pelo Conselho Escolar. Os demais serviços, de cariz mais técnico, como a Biblioteca e os estabelecimentos de apoio ao ensino (museus, gabinetes, laboratórios e oficinas), também deveriam ter os seus próprios regulamentos (da mesma forma, careciam de aprovação do Conselho Escolar), nos quais se definiriam as atribuições do respectivo pessoal.
No que respeita à estrutura de gestão, sobressai a importância do diploma de 1935. Relativamente ao Conselho Escolar, precisam-se as respectivas atribuições pedagógicas, administrativas e disciplinares e fica estabelecida a possibilidade de delegar algumas das atribuições em comissões especiais – pedagógica, administrativa e disciplinar – cujas competências são igualmente alvo de regulamentação. Quanto ao Director, representante do Reitor perante a Faculdade e representante desta perante aquele, delimitam-se também, de forma esmiuçada, as suas atribuições. Outro tema presente no Decreto é a autonomia financeira da Faculdade.

- Em 1937, a FEUP instalou-se em edifício próprio, na Rua dos Bragas, mantendo-se contudo os três primeiros anos leccionados na Faculdade de Ciências, enquanto a FEUP garantia os três últimos anos de formação na área das engenharias.

- Estes dois documentos de 1930 e 1935, desenharam o enquadramento orgânico e regulamentar da Faculdade de Engenharia válido para os vinte anos que se seguiram, até ao aparecimento, em 1955, dos novos planos para os cursos de Engenharia ministrados nas universidades portuguesas. Contudo, e no âmbito da gestão das faculdades, sem que se procedesse a alterações na composição dos órgãos dirigentes, foi retirada a autonomia administrativa face às universidades de que dependiam (Decreto-Lei nº 38.692, de 21 de Março de 1952).
Ainda no âmbito político que originara este Decreto, surge um outro sobre o Regulamento dos Serviços Administrativos das Universidades de Coimbra, Lisboa e Porto (Decreto nº 39.001, de 20 de Novembro de 1952), reforçando a então advogada centralização administrativa, pela entrega das atribuições dos serviços administrativos das faculdades às secretarias das universidades. Só em situações excepcionais, em que fosse indispensável a presença de funcionários nas faculdades, poderia o Reitor autorizar o seu destacamento temporário, mas sempre na dependência da estrutura administrativa central.

- Após mais um ciclo de vinte anos de cristalização, só a o evento político de 25 de Abril de 1974 trouxe legislação nova, referente ao ensino superior. Um primeiro diploma, de 27 de Maio desse ano (Decreto-Lei nº 221/74), aponta para a formação de órgãos de gestão representativos da comunidade escolar, estipulando que enquanto não ocorressem eleições democráticas para os órgãos de gestão dos estabelecimentos de ensino (que contassem com a participação de discentes, docentes e pessoal não docente), a direcção dos mesmos poderia ser entregue a comissões democraticamente eleitas ou a eleger depois de 25 de Abril de 1974. Estas comissões, dotadas de atribuições características dos anteriores órgãos de gestão (Conselho Escolar e Director), deveriam eleger, entre os docentes, um presidente que as representasse e com poderes executivos. A grande novidade não está no modelo orgânico, mas sim na forma da sua constituição por via electiva.

- Como a tentativa de democratização dos estabelecimentos de ensino superior não obteve os resultados esperados, surge um novo diploma, ainda no ano de 1974 - Decreto-Lei nº 806/74, de 31 de Dezembro -, que determina a nova nomenclatura dos órgãos de gestão desses estabelecimentos de ensino: a Assembleia de Escola ou Assembleia de Representantes, o Conselho Directivo e os conselhos Pedagógico e Científico. A designação dos órgãos é acompanhada pela regulamentação das competências e constituição dos mesmos.
Em termos de estrutura de serviços, este decreto apenas evoca o lugar de Secretário, o qual deveria ser entregue a um licenciado em Direito, Economia, Gestão ou Administração, após proposta do conselho directivo e nomeação ministerial, por um período, renovável, de três anos. Apesar de, ao Secretário caber a coordenação dos serviços de secretaria, continua a verificar-se uma centralização da maior parte das actividades na Secretaria da Universidade.

- Ainda sob os auspícios da Revolução de Abril, é promulgado o Decreto-Lei nº 363/75, de 11 de Julho, que aprova as bases programáticas para a reforma do ensino superior. Apontando à gestão das universidades e dos respectivos estabelecimentos de ensino, indica a necessidade de integrar nos conselhos directivos os representantes das organizações profissionais ou sindicais dos sectores de actividade social com os quais a acção educativa da escola mantenha uma ligação relevante.

- Pelo Decreto-Lei nº440/75, são integrados no plano de estudos da FEUP as disciplinas dos cursos preparatórios, até então ministrados na Faculdade de Ciências.

- Percorrido pouco mais de um ano, um novo diploma vem assumir o insucesso na implementação do disposto no Decreto-Lei nº 806/74 e revogar a legislação vigente.
Uma vez mais, procura-se concretizar a efectiva democratização das escolas, promover a qualidade científica e pedagógica do ensino superior e criar em cada estabelecimento estruturas que concorram para correcta utilização das dotações orçamentais atribuídas pelo Estado ao ensino superior. No mesmo diploma, define-se uma nova estruturação dos órgãos de gestão dos estabelecimentos de ensino superior – a Assembleia Geral da Escola, a Assembleia de Representantes, o Conselho Directivo, o Conselho Pedagógico, o Conselho Científico e o Conselho Disciplinar –, bem como se regulamenta quer a sua constituição e respectivo processo eleitoral, quer as suas atribuições e modelo de funcionamento.

- No âmbito da estrutura dos serviços, destaque para o diploma de 1979 (Decreto-Lei nº 536/79, de 31 de Dezembro), concebido para a reestruturação da orgânica administrativa das universidades de Coimbra, Lisboa, Porto e Técnica de Lisboa, mas que alude igualmente aos serviços das escolas delas dependentes, embora mencione apenas a sua composição com uma Secretaria e uma Biblioteca (prevendo-se a criação em anexo a esta última de um serviço de textos e reprografia) e enuncie as respectivas competências.
Nota ainda para a referência ao cargo de Secretário, responsável pela Secretaria, e respectivas atribuições. Em anexo a este decreto, encontram-se os quadros de pessoal das universidades por ele abrangidas. Os lugares do quadro de pessoal da FEUP distribuem-se por três grupos e diversas categorias profissionais:
- Pessoal dirigente: 1 Secretário;
- Pessoal técnico-profissional e/ou administrativo: 1 Chefe de secção, 2 primeiros oficiais, 2 segundos oficiais, 4 terceiros oficiais e 6 escriturários-dactilógrafos;
- Pessoal auxiliar: 4 telefonistas, 1 encarregado, 18 contínuos, 2 porteiros, 4 guardas e 4 guardas-nocturnos.
Fica previsto também, a remodelação futura deste quadro de pessoal, pela adição de pessoal técnico superior, técnico, técnico-profissional e auxiliar, para o desempenho de atribuições específicas.

- Reconhecendo as limitações do diploma anterior (o Decreto-Lei nº 536/79, de 31 de Dezembro) no que diz respeito à reestruturação da orgânica administrativa, o Decreto-Lei nº 190/82, de 18 de Maio, conclui que a estrutura de funcionamento, das escolas e estabelecimentos anexos das universidades de Coimbra, Lisboa, Porto e Técnica de Lisboa, não se restringe aos serviços de secretaria, biblioteca e textos e reprografia, verificando-se a existência de outras áreas de actividade, como o ensino, a investigação, a administração e serviços gerais e de manutenção. Neste contexto, o Decreto afirma a necessidade de os quadros de pessoal reflectirem e permitirem um eficaz e normal funcionamento áreas de actividade inerentes à concretização dos objectivos das instituições universitárias.

- Com o surgimento da primeira Lei Orgânica da Universidade do Porto, em 1988 (Decreto-Lei nº 148/88, de 27 de Abril), o quadro de pessoal da FEUP é reformulado de maneira a adaptar-se à evolução da instituição: ocorre a extinção de certos lugares (situação já prevista na lei, quando vagassem), e aumentam-se as vagas nos sectores que, entretanto, passaram a ter uma maior actividade. Surge o lugar de chefe de repartição no grupo do pessoal dirigente, aumenta o número de lugares para pessoal técnico e, em menor escala, nos lugares de pessoal técnico-profissional e administrativo.
Este aumento de pessoal é fruto, por um lado, do incremento do número de alunos e do desenvolvimento da actividade pedagógica e científica da Faculdade (entre 1981 e 1988 são criados nove cursos de mestrado), e por outro, da descentralização dos serviços académicos que se iniciou no ano lectivo de 1986-1987, passando para as secretarias das faculdades novas competências que, até então, se concentravam nos serviços administrativos centrais da Universidade.

- Em 31 de Julho de 1990, um novo diploma vem materializar o crescimento e complexificação da estrutura dos serviços da FEUP. Trata-se dos Estatutos da Faculdade de Engenharia do Porto, aprovados por despacho reitoral (publicados em: Diário da República, 2ª série. Lisboa. 192 (21 Ago. 1990) 9361-9371).
Pelas disposições presentes no texto estatutário, fica garantido à FEUP o direito de decidir as normas para regulação do seu funcionamento, pelo poder de elaborar, rever e aprovar os seus estatutos e lei orgânica. A FEUP passa igualmente a dispor, a diferentes níveis, de autonomia pedagógica, científica, administrativa e financeira (Contextualizada na lei geral e na legislação que rege a Universidade).
Os Estatutos contemplam também a constituição e atribuições dos órgãos de gestão da FEUP, ou seja, a Assembleia de Representantes, o Conselho Directivo, o Conselho Científico, o Conselho Pedagógico, o Conselho Administrativo e o Conselho Consultivo.
Aos órgãos de gestão somam-se os serviços estabelecidos estatutariamente, que são: o Centro de Informática Prof. Correia de Araújo, a Biblioteca, a Secretaria e a Tesouraria.
A Secretaria, resultante do acréscimo e diversidade das competências a si atribuídas, é alvo de uma subdivisão orgânica que a ramifica em três sectores (o académico, o de pessoal e expediente e o de orçamento, economato e inventário), os quais subdivididos em dois subsectores.
No Estatuto prevê-se igualmente as Estruturas Centrais de Apoio, compostas pela Assessoria, pelos Serviços Técnicos e de Manutenção e pelo Gabinete de Relações com o Exterior.
Com os Estatutos fica ainda definida – finalmente – a departamentalização da FEUP.
Se recuarmos um pouco mais de uma década, verificamos que o Decreto-Lei nº 806/74, de 31 de Dezembro, já aludia superficialmente à criação de departamentos no âmbito dos estabelecimentos de ensino superior. Mas só em 1980 (Decreto-Lei nº 66/80, de 9 de Abril), é concedida permissão para a constituição de departamentos nas faculdades e escolas do ensino superior.
A FEUP, por motivos de ordem diversa, aguardou por 1990 para obter a homologação legal de seis departamentos, cuja constituição teve em vista a agregação e dinamização de docentes e investigadores interessados na mesma área de conhecimento.
Estas novas unidades orgânicas da faculdade são providas por um Conselho de Departamento (o qual pode funcionar em comissão restrita, denominada Comissão Coordenadora do Departamento) e uma Comissão Executiva, como órgãos de gestão.
- No início de 1991, o Conselho Directivo da FEUP aprova os regulamentos dos departamentos, normalizando a sua organização e funcionamento. Estes regulamentos específicos foram elaborados em estrito respeito aos Estatutos da Faculdade.
A departamentalização resulta na criação de vários subsistemas dentro do sistema FEUP. Os departamentos são organismos com condições de autonomia e estrutura própria, ligados sistemicamente à estrutura central (por quem são tutelados).

- Em 1992, por resolução do plenário do Senado da Universidade verifica-se uma remodelação orgânica (ajustamentos das disposições presentes nos Estatutos), através da aprovação do regulamento orgânico e dos quadros de pessoal da FEUP (Resolução nº 9/92/PL, de 2 de Julho).
Mantêm-se os mesmos serviços previstos estatutariamente, mas a Secretaria é reorganizada, ocorrendo a substituição dos precedentes três sectores por duas repartições, que por sua vez, enquadram, cada uma, duas secções orgânicas (que herdam as funções dos anteriores subsectores).
No quadro do pessoal repercutiu-se a reestruturação orgânica. Nomeadamente, entre o pessoal dirigente surgem dois chefes de repartição e o grupo de pessoal administrativo passa a contar com chefes de secção (acompanhando a reorganização da Secretaria).

- Após nova deliberação do plenário do Senado Universitário, aquando da sua reunião em 8 de Março de 1995, renova-se o regulamento orgânico e quadro de pessoal da Faculdade (Resolução nº 5/995/PL). O número e designação dos serviços são mantidos, sendo a novidade a reestruturação interna da Secretaria. Esta organiza-se agora em duas direcções de serviço, cada uma das quais com duas repartições que, por sua vez, individualmente, se constituem em duas secções. O quadro de pessoal passa igualmente por alguns ajustes, destacando-se um incremento de 3 lugares tanto na categoria de director de serviços, como também na de chefe de repartição, relativamente ao quadro de pessoal de 1992.

- Por deliberação da Assembleia de Representantes da FEUP são aprovadas alterações aos Estatutos da instituição, a 22 de Março de 2000.
Relevância para, entre os órgãos de gestão, a extinção dos conselhos administrativo e consultivo e o aparecimento do director destacado do conselho directivo.

- Mais tarde, desta vez por deliberação do Conselho Directivo, é determinada a reestruturação dos serviços centrais e outros órgãos de apoio da Faculdade. Da anterior organização “sobrevivem”, na designação, o Centro e Informática Prof. Correia de Araújo e a Biblioteca (mas com novidades na sua constituição interna). O conjunto que fora a Secretaria é segmentado e repartido por dois serviços – os Serviços Académicos e Recursos Humanos e os Serviços Económico-Financeiros – absorvendo este último a Tesouraria. Surgem igualmente novos serviços: O Serviço de Educação Contínua e Desenvolvimento, o Serviço de Relações Externas e Imagem e os Serviços Técnicos e de Manutenção. Por sua vez, os serviços assumem uma composição em unidades orgânicas. Como órgãos de apoio, em relação hierárquica directa com o Conselho Directivo, ficam definidos o Secretariado, o Apoio Jurídico e o Gabinete de Apoio à Utilização das Tecnologias da Informação.

Em 2004, a Deliberação nº 1100/2004 da secção permanente do Senado da Universidade (publicados em: Diário da República, 2ª série. Lisboa. 201 (26 Ago. 2004) 13001-13009), estabelece-se a regulamentação orgânica dos serviços centrais da FEUP, bem como os quadros, competências e formas de recrutamento e provimento de pessoal.
A nova reorganização dos serviços determina uma mudança substancial para a realidade anterior. Desde logo, a grande novidade é o aparecimento das divisões, dentro de algumas direcções de serviço. Outras alterações reformularam a atribuição e distribuição de algumas funções. A evolução orgânica materializou-se na lei, do seguinte modo:
•Desaparece o Serviço de Educação Contínua e Desenvolvimento, cujas funções são cometidas, grosso modo, aos Serviços Académicos (SERAC), nomeadamente à Divisão de Pós-Graduação e Educação Contínua (que incluí uma Secção de Pós-Graduação) e à Unidade de Orientação e Integração. Os actuais SERAC são ainda compostos pela Divisão de Pré-Graduação, que por sua vez tem associada uma Secção de Licenciaturas;
•O Centro de Informática Prof. Correia de Araújo (CICA) mantém uma estrutura em unidades, sem que sofra grandes alterações. Para além da renovação de algumas designações, destaque para o aparecimento de uma Unidade de Qualidade e Segurança.
•A anterior direcção de serviços Biblioteca passa a designar-se por Serviços de Documentação e Informação (SDI). As antes denominadas unidades convertem-se, agora, em divisões: Arquivo e Museu; Biblioteca; Serviços Electrónicos. Acresce a estas, a Unidade FEUP Edições.
•Os Serviços Económicos-Financeiros mantêm o mesmo nome, mas recebe alterações a nível da sua estrutura, na medida em que muda a sua constituição para: Divisão de Contabilidade e Orçamento, que contém uma Secção de Contabilidade; Divisão de Prestação de Contas de Projectos, com uma Secção de Prestação de Contas; Tesouraria; Unidade de Economato e Património.
•O Serviço de Relações Externas e Imagem é renomeado e reestruturado. É agora, Serviços de Imagem, Comunicação e Cooperação, os quais são constituídos por uma Divisão de Cooperação, uma Divisão de Comunicação e Imagem (que recebe o Expediente, dos anteriores SARH) e uma Unidade de Tecnologias da Informação e Comunicação Multimédia.
•Os Serviços Técnicos e de Manutenção mantêm a designação anterior mas renovam a sua estrutura. Compõem-se da Unidade de Edifícios e Exteriores, da Unidade de Equipamentos e Sistemas, da Unidade de Segurança, Higiene, Saúde e Ambiente e da Unidade de Serviços Gerais.
•Na nova organização dos serviços, destaque também para o surgimento da Divisão de Recursos Humanos. Esta resulta do desaparecimento e dispersão de funções dos antigos Serviços Académicos e Recursos Humanos. A actual divisão é constituída pela Unidade de Administração e Desenvolvimento do Pessoal Docente e Investigador, pela Unidade de Administração e Desenvolvimento do Pessoal Não Docente e pela Secção de Administração de Pessoal.
•Finalmente, uma nota para a nova Unidade de Apoio à Direcção, cuja constituição foi revista e aumentada a partir dos antigos Órgãos de Apoio. Passa a agregar o Gabinete de Estudos e Projectos, o Gabinete de Gestão, o Gabinete Jurídico, o Gabinete de Qualidade e o Secretariado da Direcção e dos Gabinetes.
Quanto aos órgãos de gestão e aos departamentos, a situação não foi, obviamente, revista neste diploma específico aos serviços centrais.
Com a reformulação orgânica ocorreu, em correspondência, uma renovação do quadro de pessoal.

Toda a informação deste resumo histórico anterior ao ano de 2000 foi adaptada de:

Ribeiro, Fernanda - Universidade do Porto : estudo orgânico-funcional : modelo de análise para fundamentar o conhecimento do sistema de informação arquivo. Porto: Reitoria da Universidade, 2001. Esta publicação insere-se no projecto O sistema de informação arquivística da Universidade do Porto: desenvolvimento da sua gestão integrada, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, no âmbito do programa PRAXIS XXI. ISBN 972-8025-12-2

  • Unidades Documentais

  • Descrição
    • Formas normalizadas segundo outras regras
      • Universidade do Porto. Faculdade de Engenharia
    • Outras formas
      • FEUP
    • Tipo de entidade Coletividade

    • Código parcial FEUP
    • Data de existência 1926/11/17 – ????/??/??
    • Zona geográfica

      Cidade do Porto

    • Estatuto legal

      A Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto é uma pessoa colectiva de direito público, dotada de autonomia estatutária, científica, pedagógica, administrativa e financeira, integrada na Universidade do Porto.

      Estatutos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto: Diário da República, 2ª série. Lisboa. 26 (31 Jan. 2001), pp. 2092.

    • Funções, ocupações e actividades

      A Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) é uma instituição de criação, transmissão e difusão da cultura, da ciência e da tecnologia, ao serviço do homem, com respeito por todos os seus direitos.

      A FEUP tem por missão a formação de profissionais de engenharia de nível internacional, sustentada em investigação e desenvolvimento de excelência, e contemplando as vertentes científica, técnica, ética e cultural.

      A FEUP prossegue os seguintes fins:

      a) Ensino de matérias necessárias à formação científica, técnica, ética e cultural dos seus alunos, quer em cursos de licenciatura, de especialização, de mestrado e estudos doutorais, no âmbito da Escola ou da Universidade, quer em acções de formação contínua, tendo em vista o acompanhamento dos seus alunos ao longo da sua vida profissional;

      b) Investigação científica e desenvolvimento tecnológico;

      c) Difusão de conhecimentos, transferência de tecnologia e consultoria;

      d) Participação no desenvolvimento económico e social da região e do País.

      Estatutos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto: Diário da República, 2ª série. Lisboa. 26 (31 Jan. 2001), pp. 2092.

    • Enquadramento legal


      - 1926.11.17 - Decreto nº 12.696 / Direcção-Geral do Ensino Superior.
      Aprovação da organização das faculdades de Engenharia e dos respectivos planos gerais de estudos; determina-se, também, que a Faculdade Técnica da Universidade do Porto passa a designar-se Faculdade de Engenharia (artº 27º).
      Diário do Governo. 1ª série. Lisboa. 259 (19 Nov. 1926) 1.933-1.937.

      -1930.07.26 - Decreto nº 18.739 / Ministério da Instrução Pública. Direcção-Geral do Ensino Superior e das Belas-Artes.
      Aprovação da organização da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e do respectivo plano geral de estudos.
      Diário do Governo. 1ª série. Lisboa. 184 (9 Ago. 1930) 1.622-1.629.

      -1935.01.23 - Decreto nº 24.966 / Ministério da Instrução Pública. Direcção-Geral do Ensino Superior e das Belas-Artes.
      Aprovação do Regulamento da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
      Diário do Governo. 1ª série. Lisboa. 18 (23 Jan. 1935) 174-187.

      -1955.11.14 - Decreto nº 40.378 / Ministério da Educação Nacional. Direcção-Geral do Ensino Superior e das Belas-Artes.
      Regulamentação dos estudos de Engenharia nas universidades portuguesas, com vista à uniformização dos respectivos planos de estudos.
      Diário do Governo. 1ª série. Lisboa. 248 (14 Nov. 1955) 983-993.

      -1974.05.27 – Decreto-Lei nº 221/74, de 27 de Maio / Ministério da Educação e Cultura. Gabinete do Ministro.
      Determinação da entrega da direcção dos estabelecimentos de ensino superior a comissões de gestão.
      Diário do Governo. 1ª série. Lisboa. 123 (27 Maio 1974) 659.

      -1974.12.31 – Decreto-Lei nº 806/74, de 31 de Dezembro / Ministério da Educação e Cultura.
      Regulamentação dos órgãos de gestão dos estabelecimentos de ensino superior.
      Diário do Governo. 1ª série. Lisboa. 303:6º supl. (31 Dez. 1974) 1.670-(129-132).

      -1976.10.28 - Decreto-Lei nº 781-A/76, de 28 de Outubro / Ministério da Educação e Investigação Científica.
      Definição das regras de gestão democrática dos estabelecimentos de ensino superior.
      Diário da República. 1ª série. Lisboa. 253 (28 Out. 1976) 2.460-(3-9).

      -1979.12.31 - Decreto-Lei nº 536/79, de 31 de Dezembro / Ministério da Educação.
      Promulgação de alterações orgânicas e administrativas nas universidades de Coimbra, de Lisboa, do Porto e na Técnica de Lisboa e aumento dos respectivos quadros de pessoal.
      Diário da República. 1ª série. Lisboa. 300 (31 Dez. 1979) 3.478-(215-227).

      -1988.04.27 - Decreto-Lei nº 148/88, de 27 de Abril / Ministério da Educação.
      Aprovação do quadro de pessoal da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
      Diário da República. 1ª série. Lisboa. 97 (27 Abr. 1988) 1.656-1.660.

      -1990.07.31 - Despacho / Universidade do Porto. Reitoria.
      Homologação dos Estatutos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
      Diário da República. 2ª série. Lisboa. 192 (21 Ago. 1990) 9.361-9.371.

      -1992.07.02 - Resolução nº 9/92/PL / Universidade do Porto.
      Aprovação do regulamento orgânico e quadros de pessoal, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
      Diário da República. 2ª série. Lisboa. 207 (8 Set. 1992) 8.358-(13-19).

      -1995.03.13 - Resolução nº 5/95/PL / Universidade do Porto. Senado.
      Aprovação do regulamento orgânico e quadro de pessoal não docente da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
      Diário da República. 2ª série. Lisboa. 101 (2 Maio 1995) 4.772-(63-68).

      -2000.09.06 - Deliberação do Conselho Directivo CD/336/2000-09-06.
      Determinada a reestruturação dos serviços centrais e outros órgãos de apoio da Faculdade.

      -2001.01.17 - Despacho (extracto) nº 2.016/2001 (2ª série) / Universidade do Porto. Reitoria.
      Homologação de alterações aos Estatutos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
      Diário da República. 2ª série. Lisboa. 26 (31 Jan. 2001) 2.091-2.099.

      - Regulamento Orgânico dos Serviços Centrais da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto - Deliberação da Secção Permanente do Senado da Universidade do Porto, de 28 de Julho de 2004 / publicado em: Diário da República, 2ª série. Lisboa. 201 (26 Ago. 2004) 13001-13009.

    • Estrutura interna

      FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 1926

      A – Conselho Escolar
      B – Director
      C – Secretário
      C/1 – Secretaria
      D – Grupos
      D/1 – Construções Civis (1ª)
      D/2 - Minas (2ª)
      D/3 - Mecânica (3ª)
      D/4 - Electrotécnica (4ª)
      D/5 - Químico-Industrial (5ª)
      D/6 – Ciências Económico-Sociais (6ª)
      E – Cursos
      E/1 – Engenharia Civil
      E/2 - Engenharia de Minas
      E/3 - Engenharia Mecânica
      E/4 - Engenharia Electrotécnica
      E/5 - Engenharia Químico-Industrial
      F – Disciplinas de habilitação científica e técnica para os aspirantes a engenheiros maquinistas navais e a engenheiros fabris do exército
      G – Salas de trabalhos gráficos e escritos
      H – Museus e Gabinetes
      H/1 – Materiais de Construção
      H/2 – Construções Civis
      H/3 – Minas e Metalurgia
      H/4 - Cinemática
      H/5 - Máquinas
      H/6 - Electricidade
      H/7 - Ciências Económico-Sociais
      I – Laboratórios
      I/1 – Laboratório de Química Industrial
      I/2 - Laboratório de Ensaios de Materiais
      I/3 - Laboratório de Docimasia
      I/4 - Laboratório de Metalurgia e Mineração
      I/5 - Laboratório de Máquinas Térmicas
      I/6 - Laboratório de Electrotecnia
      I/7 - Laboratório de Hidráulica e Máquinas Hidráulicas
      J - Oficinas
      J/1 – Oficina de Carpintaria
      J/2 - Oficina de Serralharia de Fundição e Forja
      J/3 - Oficina de Electrotecnia
      J/4 - Oficinas de Instrumentos de Precisão
      L – Biblioteca

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 1930

      A – Conselho Escolar
      B – Director
      C – Secretário
      C/1 – Secretaria
      D – Grupos
      D/1 – Construções Civis (1ª)
      D/2 – Estradas e Caminhos de Ferro (2ª)
      D/3 – Hidráulica (3ª)
      D/4 – Minas e Metalurgia (4ª)
      D/5 - Mecânica (5ª)
      D/6 - Electrotécnica (6ª)
      D/7 - Químico-Industrial (7ª)
      D/8 – Ciências Económico-Sociais (8ª)
      E - Cadeira Anexa de Desenho
      F - Oficinas
      F/1 – Oficina de Carpintaria
      F/2 - Oficina de Serralharia, Forjas e Fundição
      F/3 - Oficina de Electrotecnia
      G – Cursos Especiais
      G/1 – Engenharia Civil
      G/2 - Engenharia de Minas
      G/3 - Engenharia Mecânica
      G/4 - Engenharia Electrotécnica
      G/5 - Engenharia Químico-Industrial
      H – Cadeiras de habilitação científica e técnica para os aspirantes a engenheiros maquinistas navais e a engenheiros fabris do exército
      I – Curso Complementar de Engenharia Destinado aos Alunos Diplomados Pelos Institutos Industriais
      J – Cursos Preparatórios para a Matrícula no Curso de Estado Maior
      L – Salas de trabalhos gráficos e escritos
      M – Museus e Gabinetes
      M/1 – Topografia
      M/2 – Materiais de Construção
      M/3 – Construções Civis
      M/4 – Minas e Metalurgia
      M/5 – Máquinas
      M/6 – Electricidade
      N – Laboratórios
      N/1 – Laboratório de Química Industrial e Docimasia
      N/2 - Laboratório de Ensaios de Materiais
      N/3 - Laboratório de Metalurgia e Mineração
      N/4 - Laboratório de Máquinas
      N/5 - Laboratório de Electrotecnia
      N/6 - Laboratório de Hidráulica
      O - Biblioteca

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 1935

      A – Conselho Escolar
      A/1 – Comissão Pedagógica
      A/2 – Comissão Administrativa
      A/3 – Comissão Disciplinar
      B – Director
      C – Secretário
      C/1 – Secretaria
      D – Grupos
      D/1 – Construções Civis (1ª)
      D/2 – Estradas e Caminhos de Ferro (2ª)
      D/3 – Hidráulica (3ª)
      D/4 – Minas e Metalurgia (4ª)
      D/5 - Mecânica (5ª)
      D/6 - Electrotécnica (6ª)
      D/7 - Químico-Industrial (7ª)
      D/8 – Ciências Económico-Sociais (8ª)
      E – Cadeiras Anexas
      F – Cursos
      F/1 - Cursos de Engenharia
      F/1/1 – Engenharia Civil
      F/1/2 - Engenharia de Minas
      F/1/3 - Engenharia Mecânica
      F/1/4 - Engenharia Electrotécnica
      F/1/5 - Engenharia Químico-Industrial
      F/2 - Cursos Complementares de Engenharia
      F/2/1 – Engenharia Civil
      F/2/2 - Engenharia de Minas
      F/2/3 - Engenharia Mecânica
      F/2/4 - Engenharia Electrotécnica
      F/2/5 - Engenharia Químico-Industrial
      F/3 – Cursos Preparatórios de habilitação científica e técnica para os aspirantes a engenheiros maquinistas navais e a engenheiros fabris do exército
      F/4 - Cursos Preparatórios para a Matrícula no Curso de Estado Maior
      G – Museus e Gabinetes
      G/1 – Topografia
      G/2 – Materiais de Construção
      G/3 – Construções Civis
      G/4 – Minas e Metalurgia
      G/5 – Máquinas
      G/6 – Electricidade
      H – Laboratórios
      H/1 – Laboratório de Química Industrial e Docimasia
      H/2 - Laboratório de Ensaios de Materiais
      H/3 - Laboratório de Metalurgia e Mineração
      H/4 - Laboratório de Máquinas
      H/5 - Laboratório de Electricidade
      H/6 - Laboratório de Hidráulica
      I - Oficinas
      I/1 – Oficina de Carpintaria, Serralharia, Forja e Fundição
      I/2 - Oficina de Electrotecnia
      J – Biblioteca

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 1955

      A – Conselho Escolar
      A/1 – Comissão Pedagógica
      A/2 – Comissão Administrativa
      A/3 – Comissão Disciplinar
      B – Director
      C – Secretário
      D – Cursos
      D/1 – Engenharia Civil
      D/2 – Engenharia de Minas
      D/3 – Engenharia Mecânica
      D/4 – Engenharia Electrotécnica
      D/5 - Engenharia Químico-Industrial
      E – Museus e Gabinetes
      E/1 – Topografia
      E/2 – Materiais de Construção
      E/3 – Construções Civis
      E/4 – Minas e Metalurgia
      E/5 – Máquinas
      E/6 – Electricidade
      F – Laboratórios
      F/1 – Laboratório de Química Industrial e Docimasia
      F/2 - Laboratório de Ensaios de Materiais
      F/3 - Laboratório de Metalurgia e Mineração
      F/4 - Laboratório de Máquinas
      F/5 - Laboratório de Electricidade
      F/6 - Laboratório de Hidráulica
      G - Oficinas
      G/1 – Oficina de Carpintaria, Serralharia, Forja e Fundição
      G/2 - Oficina de Electrotecnia
      H – Biblioteca

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 1970

      A – Conselho Escolar
      A/1 – Comissão Pedagógica
      A/2 – Comissão Administrativa
      A/3 – Comissão Disciplinar
      B – Director
      C – Secretário
      D – Cursos
      D/1 – Engenharia Civil
      D/2 – Engenharia de Minas
      D/3 – Engenharia Mecânica
      D/4 – Engenharia Electrotécnica
      D/5 - Engenharia Química
      D/6 - Engenharia Metalúrgica
      E – Museus e Gabinetes
      E/1 – Topografia
      E/2 – Materiais de Construção
      E/3 – Construções Civis
      E/4 – Minas e Metalurgia
      E/5 – Máquinas
      E/6 – Electricidade
      F – Laboratórios
      F/1 – Laboratório de Química Industrial e Docimasia
      F/2 - Laboratório de Ensaios de Materiais
      F/3 - Laboratório de Metalurgia e Mineração
      F/4 - Laboratório de Máquinas
      F/5 - Laboratório de Electricidade
      F/6 - Laboratório de Hidráulica
      G - Oficinas
      G/1 – Oficina de Carpintaria, Serralharia, Forja e Fundição
      G/2 - Oficina de Electrotecnia
      H – Biblioteca

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 1974 (MAIO)

      A – Comissão de Gestão
      B – Presidente
      C – Secretário
      D – Cursos
      D/1 – Engenharia Civil
      D/2 – Engenharia de Minas
      D/3 – Engenharia Mecânica
      D/4 – Engenharia Electrotécnica
      D/5 - Engenharia Química
      D/6 - Engenharia Metalúrgica
      E – Museus e Gabinetes
      E/1 – Topografia
      E/2 – Materiais de Construção
      E/3 – Construções Civis
      E/4 – Minas e Metalurgia
      F – Laboratórios
      F/1 – Laboratório de Química Industrial e Docimasia
      F/2 - Laboratório de Ensaios de Materiais
      F/3 - Laboratório de Metalurgia e Mineração
      F/4 - Laboratório de Máquinas
      F/5 - Laboratório de Electricidade
      F/6 - Laboratório de Hidráulica
      G - Oficinas
      G/1 – Oficina de Carpintaria, Serralharia, Forja e Fundição
      G/2 - Oficina de Electrotecnia
      H – Biblioteca

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 1974 (DEZEMBRO)

      A – Assembleia da Escola ou Assembleia de Representantes
      B – Conselho Directivo
      C – Conselho Pedagógico
      D – Conselho Científico
      E – Secretário
      E/1 – Secretaria
      F – Cursos
      F/1 – Engenharia Civil
      F/2 – Engenharia de Minas
      F/3 – Engenharia Mecânica
      F/4 – Engenharia Electrotécnica
      F/5 - Engenharia Química
      F/6 - Engenharia Metalúrgica
      G – Museus e Gabinetes
      G/1 – Topografia
      G/2 – Materiais de Construção
      G/3 – Construções Civis
      G/4 – Minas e Metalurgia
      H – Laboratórios
      H/1 – Laboratório de Química Industrial e Docimasia
      H/2 - Laboratório de Ensaios de Materiais
      H/3 - Laboratório de Metalurgia e Mineração
      H/4 - Laboratório de Máquinas
      H/5 - Laboratório de Electricidade
      H/6 - Laboratório de Hidráulica
      I - Oficinas
      I/1 – Oficina de Carpintaria, Serralharia, Forja e Fundição
      I/2 - Oficina de Electrotecnia
      J – Biblioteca

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 1979

      A – Assembleia Geral da Escola
      B – Assembleia de Representantes
      C – Conselho Directivo
      C/1 – Biblioteca
      C/1/1 – Serviço de Textos e Reprografia
      D – Conselho Pedagógico
      E – Conselho Científico
      F – Conselho Disciplinar
      G – Secretário
      G/1 – Secretaria
      H – Cursos
      H/1 – Engenharia Civil
      H/2 – Engenharia de Minas
      H/3 – Engenharia Mecânica
      H/4 – Engenharia Electrotécnica
      H/5 - Engenharia Química
      H/6 - Engenharia Metalúrgica
      I – Museus e Gabinetes
      I/1 – Topografia
      I/2 – Materiais de Construção
      I/3 – Construções Civis
      I/4 – Minas e Metalurgia
      J – Laboratórios
      J/1 – Laboratório de Química Industrial e Docimasia
      J/2 - Laboratório de Ensaios de Materiais
      J/3 - Laboratório de Metalurgia e Mineração
      J/4 - Laboratório de Máquinas
      J/5 - Laboratório de Electricidade
      J/6 - Laboratório de Hidráulica
      L - Oficinas
      L/1 – Oficina de Carpintaria, Serralharia, Forja e Fundição
      L/2 - Oficina de Electrotecnia

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 1988

      A – Conselho Administrativo
      B – Assembleia Geral da Escola
      C – Assembleia de Representantes
      D – Conselho Directivo
      D/1 – Presidente do Conselho Directivo
      D/1/1 – Biblioteca
      E – Conselho Pedagógico
      F – Conselho Científico
      G – Conselho Disciplinar
      H – Secretário
      H/1 – Secretaria
      H/1/1 – Secção de Expediente e Alunos
      H/1/2 – Secção de Pessoal e Contabilidade
      H/2 – Tesouraria
      I – Cursos
      I/1 – Licenciaturas
      I/1/1 – Engenharia Civil
      I/1/2 – Engenharia de Minas
      I/1/3 – Engenharia Mecânica
      I/1/4 – Engenharia Electrotécnica
      I/1/5 - Engenharia Química
      I/1/6 - Engenharia Metalúrgica
      I/2 – Pós-Graduações
      J – Museus e Gabinetes
      J/1 – Topografia
      J/2 – Materiais de Construção
      J/3 – Construções Civis
      J/4 – Minas e Metalurgia
      L – Laboratórios
      L/1 – Laboratório de Química Industrial e Docimasia
      L/2 - Laboratório de Ensaios de Materiais
      L/3 - Laboratório de Metalurgia e Mineração
      L/4 - Laboratório de Máquinas
      L/5 - Laboratório de Electricidade
      L/6 - Laboratório de Hidráulica
      M - Oficinas
      M/1 – Oficina de Carpintaria, Serralharia, Forja e Fundição
      M/2 - Oficina de Electrotecnia

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 1990

      A – Assembleia de Representantes
      B – Conselho Directivo
      C – Conselho Científico
      D – Conselho Pedagógico
      E – Conselho Administrativo
      F – Conselho Consultivo
      G – Departamentos
      G/1 – Departamento de Engenharia Civil
      G/2 – Departamento de Engenharia de Minas
      G/3 – Departamento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial
      G/4 – Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores
      G/5 - Engenharia Química
      G/6 - Engenharia Metalúrgica
      H – Serviços
      H/1 – Centro de Informática Prof. Correia de Araújo
      H/2 – Biblioteca
      H/3 – Secretaria
      H/3/1 – Sector de Orçamento, Economato e Inventário
      H/3/1/1 – Subsector de Orçamento e Contabilidade
      H/3/1/2 – Subsector de Economato, Património e Aquisições
      H/3/2 – Sector de Pessoal e Expediente
      H/3/2/1 – Subsector de Pessoal
      H/3/2/2 – Subsector de Expediente, Arquivo e Cadastro
      H/3/3 – Sector Académico
      H/3/3/1 – Subsector Pedagógico
      H/3/3/2 – Subsector de Alunos
      H/4 – Tesouraria
      I – Estruturas Centrais de Apoio
      I/1 – Assessoria
      I/2 – Serviços Técnicos e de Manutenção
      I/3 – Gabinete de Relações com o Exterior

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 1992

      A – Assembleia de Representantes
      B – Conselho Directivo
      C – Conselho Científico
      D – Conselho Pedagógico
      E – Conselho Administrativo
      F – Conselho Consultivo
      G – Departamentos
      G/1 – Departamento de Engenharia Civil
      G/2 – Departamento de Engenharia de Minas
      G/3 – Departamento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial
      G/4 – Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores
      G/5 - Engenharia Química
      G/6 - Engenharia Metalúrgica
      H – Director de Serviços
      H/1 – Serviços
      H/1/1 – Centro de Informática Prof. Correia de Araújo
      H/1/2 – Biblioteca
      H/1/3 – Secretaria
      H/1/3/1 – 1ª Repartição – Assuntos Académicos, Pessoal e Expediente
      H/1/3/1/1 – 1ª Secção – Pessoal, Expediente, Arquivo e Cadastro
      H/1/3/1/2 – 2ª Secção – Pedagógica e de Alunos
      H/1/3/2 – 2ª Repartição – Orçamento, Economato e Património
      H/1/3/2/1 – 1ª Secção – Orçamento e Contabilidade
      H/1/3/2/2 – 2ª Secção – Economato, Património e Aquisições
      H/1/4 – Tesouraria
      I – Estruturas Centrais de Apoio
      I/1 – Assessoria
      I/2 – Serviços Técnicos e de Manutenção
      I/3 – Gabinete de Relações com o Exterior

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 1995

      A – Assembleia de Representantes
      B – Conselho Directivo
      C – Conselho Científico
      D – Conselho Pedagógico
      E – Conselho Administrativo
      F – Conselho Consultivo
      G – Departamentos
      G/1 – Departamento de Engenharia Civil
      G/2 – Departamento de Engenharia de Minas
      G/3 – Departamento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial
      G/4 – Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores
      G/5 - Engenharia Química
      G/6 - Engenharia Metalúrgica
      H – Director de Serviços
      H/1 – Serviços
      H/1/1 – Centro de Informática Prof. Correia de Araújo
      H/1/2 – Biblioteca
      H/1/3 – Secretaria
      H/1/3/1 – Direcção de Serviços Académicos e de Pessoal
      H/1/3/1/1 – 1ª Repartição – Repartição Pedagógica
      H/1/3/1/1/1 – 1ª Secção – Secção de Pré-Graduação
      H/1/3/1/1/2 – 2ª Secção – Secção de Pós-Graduação
      H/1/3/1/2 – 2ª Repartição – Repartição de Pessoal e Expediente
      H/1/3/1/2/1 – 3ª Secção – Secção de Expediente, Arquivo e Cadastro
      H/1/3/1/2/2 – 4ª Secção – Secção de Pessoal
      H/1/3/2 – Direcção de Serviços Económico-Financeiros e Patrimonial
      H/1/3/2/1 – 3ª Repartição – Repartição de Economato e Património
      H/1/3/2/1/1 – 5ª Secção – Secção de Economato
      H/1/3/2/1/2 – 6ª Secção – Secção de Património
      H/1/3/2/2 – 4ª Repartição – Repartição de Contabilidade e Programas
      H/1/3/2/2/1 – 7ª Secção – Secção de Contabilidade
      H/1/3/2/2/2 – 8ª Secção – Secção de Programas
      H/1/4 – Tesouraria
      I – Estruturas Centrais de Apoio
      I/1 – Assessoria
      I/2 – Serviços Técnicos e de Manutenção
      I/3 – Gabinete de Relações com o Exterior

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 2000

      A – Assembleia de Representantes
      B – Director
      C – Conselho Directivo
      C/1 – Órgãos de Apoio
      C/1/1 – Secretariado
      C/1/2 – Apoio Jurídico
      C/1/3 – Gabinete de Apoio à Utilização das Tecnologias da Informação
      D – Conselho Científico
      E – Conselho Pedagógico
      F – Departamentos
      F/1 – Departamento de Engenharia Civil
      F/2 – Departamento de Engenharia de Minas
      F/3 – Departamento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial
      F/4 – Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores
      F/5 - Engenharia Química
      F/6 - Engenharia Metalúrgica e de Materiais
      G – Serviços
      G/1 – Centro de Informática Prof. Correia de Araújo
      G/1/1 – Unidade de Administração de Sistemas
      G/1/2 – Unidade de Redes de Comunicação de Dados
      G/1/3 – Unidade de Sistemas de Informação
      G/1/4 – Unidade de Aplicações e Suporte aos Utilizadores
      G/1/5 – Unidade de Computação de Elevado Desempenho
      G/2 – Biblioteca
      G/2/1 – Unidade de Arquivo e Museu
      G/2/2 – Unidade de Biblioteca
      G/2/3 – Unidade de Biblioteca Digital
      G/3 – Serviços Académicos e de Recursos Humanos
      G/3/1 – Unidade de Pré-Graduação
      G/3/2 – Unidade de Pós-Graduação
      G/3/3 – Unidade de Expediente
      G/3/4 – Unidade de Recrutamento e Integração
      G/3/5 – Unidade de Gestão de Carreiras
      G/4 – Serviço de Educação Contínua e Desenvolvimento
      G/4/1 – Unidade de Educação Contínua
      G/4/2 – Unidade Para a Orientação e Integração
      G/4/3 – Unidade Para a Qualidade
      G/5 – Serviço de Relações Externas e Imagem
      G/5/1 – Unidade de Imagem e Mercado
      G/5/2 – Unidade de Programas de Financiamento
      G/5/3 – Unidade de Cooperação
      G/6 – Serviços Económico-Financeiros
      G/6/1 – Unidade de Contabilidade, Orçamento e Património
      G/6/2 – Unidade de Economato
      G/6/3 – Unidade de Tesouraria
      G/6/4 – Unidade de Execução Orçamental e Prestação de Contas
      G/7 – Serviços Técnicos e de Manutenção
      G/7/1 – Unidade de Construção Civil
      G/7/2 – Unidade de Gestão Técnica
      G/7/3 – Unidade de Manutenção de Equipamentos
      G/7/4 – Unidade de Higiene, Segurança e Ambiente

      ESTRUTURA ORGÂNICA – 2004

      A – Assembleia de Representantes
      B – Director
      C – Conselho Directivo
      C/1 – Unidade de Apoio à Direcção
      C/1/1 – Gabinete de Estudos e Projectos
      C/1/2 – Gabinete de Gestão
      C/1/3 – Gabinete Jurídico
      C/1/4 – Gabinete de Qualidade
      C/1/5 – Secretariado da Direcção e dos Gabinetes
      D – Conselho Científico
      E – Conselho Pedagógico
      F – Departamentos
      F/1 – Departamento de Engenharia Civil
      F/2 – Departamento de Engenharia de Minas
      F/3 – Departamento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial
      F/4 – Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores
      F/5 - Engenharia Química
      F/6 - Engenharia Metalúrgica e de Materiais
      F/7 – Física [em instalação]
      G – Serviços
      G/1 – Centro de Informática Prof. Correia de Araújo
      G/1/1 – Unidade de Administração de Sistemas
      G/1/2 – Unidade de Infra-Estruturas e Redes de Comunicação de Dados
      G/1/3 – Unidade de Micro-Informática e Suporte ao Utilizador
      G/1/4 – Unidade de Qualidade e Segurança
      G/1/5 – Unidade de Sistemas de Informação
      G/2 – Serviços Académicos
      G/2/1 – Divisão de Pré-Graduação
      G/2/1/1 – Secção de Licenciaturas
      G/2/2 – Divisão de Pós-Graduação e Educação Contínua
      G/2/2/1 – Secção de Pós-Graduação
      G/2/3 – Unidade de Orientação e Integração
      G/3 – Biblioteca
      G/3/1 – Arquivo e Museu
      G/3/2 – Biblioteca
      G/3/3 – Divisão de Serviços Electrónicos
      G/3/4 – Unidade FEUP Edições
      G/4 – Serviços Económico-Financeiros
      G/4/1 – Divisão de Contabilidade e Orçamento
      G/4/1/1 – Secção de Contabilidade
      G/4/2 – Divisão de Prestação de Contas de Projectos
      G/4/2/1 – Secção de Prestação de Contas
      G/4/3 – Tesouraria
      G/4/4 – Unidade de Economato e Património
      G/5 – Serviços de Imagem, Comunicação e Cooperação
      G/5/1 – Divisão de Cooperação
      G/5/2 – Divisão de Comunicação e Imagem
      G/5/2/1 – Secção de Expediente
      G/5/3 – Unidade de Tecnologias da Informação e Comunicação Multimédia
      G/6 – Serviços Técnicos e de Manutenção
      G/6/1 – Unidade de Edifícios e Exteriores
      G/6/2 – Unidade de Equipamentos e Sistemas
      G/6/3 – Unidade de Segurança, Higiene, Saúde e Ambiente
      G/6/4 – Unidade de Serviços Gerais
      G/7 – Divisão de Recursos Humanos
      G/7/1 – Unidade de Administração e Desenvolvimento do Pessoal Docente e Investigador
      G/7/2 – Unidade de Administração e Desenvolvimento do Pessoal Não Docente
      G/7/3 – Secção de Administração de Pessoal

    • Língua
      Portuguese
    • Alfabeto
      Latin